(Source: negati-var, via fukingperfect)

sentimento-acumulado:

Não adianta esperar atitude de quem não tem. Charlie Brown Jr.

sentimento-acumulado:

Não adianta esperar atitude de quem não tem. Charlie Brown Jr.

(via viciante-como-drogas)

(Source: umbrellaed, via cerejadosundae)


Meu problema é esse, ninguém é bom o suficiente para mim, e se é, ou eu não quero, ou ele que não me quer. Nós mulheres somos bastante inteligentes, mas quando se trata de homens, nos tornamos tão burras. Afinal, qual é o nosso problema? Falta de senso, só pode. Temos que colocar na cabeça que o cafajeste jamais vai se tornar o homem perfeito, que o galinha não vai querer apenas uma, que o idiota não vai deixar de te magoar. Sei bem que homens não são iguais, mas quando mais de um nos machuca, parece que o resto da espécie fará o mesmo. É complicado. A primeira vez que me apaixonei, eu era melhor amiga de dois garotos. Um que ficava do meu lado, me protegendo, me enchendo de presentes e dizendo o tempo todo que me amava. Enquanto o outro não estava nem aí, me esnobava, vivia pedindo opinião sobre garotas, e nunca prestava atenção em mim. Adivinha por que eu me apaixonei? Ta aí, nós mulheres somos mesmo masoquistas. Amamos sofrer. As vezes penso que a felicidade está do nosso lado, mas optamos pelo o caminho mais complicado, e outras vezes penso que não era mesmo para ser. Fim. Acho que é isso. A vida nos coloca em dificuldades para entendermos que o melhor ainda está por vir, ou não. Talvez ele não seja um príncipe, perfeito, e que chegará de cavalo, mas quem sabe ele seja um idiota, que chega de mansinho, e me arranca sorrisos todos os dias né?! - Thiara Macedo (sdpm)

Meu problema é esse, ninguém é bom o suficiente para mim, e se é, ou eu não quero, ou ele que não me quer. Nós mulheres somos bastante inteligentes, mas quando se trata de homens, nos tornamos tão burras. Afinal, qual é o nosso problema? Falta de senso, só pode. Temos que colocar na cabeça que o cafajeste jamais vai se tornar o homem perfeito, que o galinha não vai querer apenas uma, que o idiota não vai deixar de te magoar. Sei bem que homens não são iguais, mas quando mais de um nos machuca, parece que o resto da espécie fará o mesmo. É complicado. A primeira vez que me apaixonei, eu era melhor amiga de dois garotos. Um que ficava do meu lado, me protegendo, me enchendo de presentes e dizendo o tempo todo que me amava. Enquanto o outro não estava nem aí, me esnobava, vivia pedindo opinião sobre garotas, e nunca prestava atenção em mim. Adivinha por que eu me apaixonei? Ta aí, nós mulheres somos mesmo masoquistas. Amamos sofrer. As vezes penso que a felicidade está do nosso lado, mas optamos pelo o caminho mais complicado, e outras vezes penso que não era mesmo para ser. Fim. Acho que é isso. A vida nos coloca em dificuldades para entendermos que o melhor ainda está por vir, ou não. Talvez ele não seja um príncipe, perfeito, e que chegará de cavalo, mas quem sabe ele seja um idiota, que chega de mansinho, e me arranca sorrisos todos os dias né?! - Thiara Macedo (sdpm)

(via sociedadedospoetasmortos)


Já ouviu aquela frase “Quem vive de passado é museu?” Tô achando que sou um museu. Não sei esquecer, deixar pra lá, e largar de lado aquilo que tanto me marcou. E isso acaba sendo um problema. Problema que não me deixa seguir em frente sem dar aquela leve espiadinha lá atrás. Complicado. Tão complicado que chega a ser um defeito. Um defeito chamado “se importar”. Tá que se importar não é um defeito, mas passa a se importar demais pra você vê a merda que acontece. Não consigo me importar pouco, ou na medida certa. Sempre exagero. Se eu me importo, me importo demais. Em excesso. Na verdade, eu queria saber como esquecer. Por onde começo? Poetas pediriam uma dose de amnésia. Já os jovens, não se contentariam com um pouco, então pediriam litros e mais litros. Agora eu? De tão exagerada que sou, pediria um tonel mesmo. Só assim pra poder esquecer, eliminar, deletar de vez sem direito a restauração. Mas eu não precisava esquecer, e sim desapegar. Pro-ble-ma-ço. Ainda não fiz a matéria “desapego”, e se fiz, tenho quase certeza que reprovei. Até hoje não aprendi, não sei, não decorei. O que é uma pena. Mas quer saber de uma coisa? Tô achando que não sou museu não. Museu ganha pra viver de passado, já eu, pago até hoje por isso. - Thiara Macedo

Já ouviu aquela frase “Quem vive de passado é museu?” Tô achando que sou um museu. Não sei esquecer, deixar pra lá, e largar de lado aquilo que tanto me marcou. E isso acaba sendo um problema. Problema que não me deixa seguir em frente sem dar aquela leve espiadinha lá atrás. Complicado. Tão complicado que chega a ser um defeito. Um defeito chamado “se importar”. Tá que se importar não é um defeito, mas passa a se importar demais pra você vê a merda que acontece. Não consigo me importar pouco, ou na medida certa. Sempre exagero. Se eu me importo, me importo demais. Em excesso. Na verdade, eu queria saber como esquecer. Por onde começo? Poetas pediriam uma dose de amnésia. Já os jovens, não se contentariam com um pouco, então pediriam litros e mais litros. Agora eu? De tão exagerada que sou, pediria um tonel mesmo. Só assim pra poder esquecer, eliminar, deletar de vez sem direito a restauração. Mas eu não precisava esquecer, e sim desapegar. Pro-ble-ma-ço. Ainda não fiz a matéria “desapego”, e se fiz, tenho quase certeza que reprovei. Até hoje não aprendi, não sei, não decorei. O que é uma pena. Mas quer saber de uma coisa? Tô achando que não sou museu não. Museu ganha pra viver de passado, já eu, pago até hoje por isso. - Thiara Macedo

(via sociedadedospoetasmortos)